Vamos falar sobre escrita?






Para escrever, a criança precisa estar com o movimento de pinça desenvolvido.
Durante a primeira infância, o movimento de pinça pode ser estimulado de diferentes formas: massinha, desenhos, pinturas.... Rasgar e picar papel também estimulam o processo de aquisição e aprimoramento do pinçar!

Recebo muitas crianças com dificuldades em segurar o lápis corretamente, então aproveito para compartilhar os diferentes tipos de adaptadores que podem auxiliar no momento da escrita.
O meu preferido é o verde, mas ofereço todos e verifico com qual deles a criança demonstra maior intimidade.
O uso de um pregador de roupas também pode nortear a forma correta de segurar o lápis.



Alfabetização





Vamos falar um pouquinho sobre alfabetização?
O processo de alfabetização envolve muitas habilidades!
Chamamos os sons de fonemas e as letras, de grafemas. Cada fonema precisa ser transformado em um grafema, para depois ser traçado no papel...
Antes de todo esse processo ocorrer, precisamos ter estimulado a consciência fonológica e a motricidade fina da criança. E desde cedo podemos começar com esses estímulos!
Algumas dicas de atividades para o desenvolvimento da motricidade fina:
Rasgar papéis (várias texturas), jogos de encaixe, massinha, alinhavos, uso de pincéis e pinças de diferentes tamanhos, apertar esponjas, desenhar, abotoar casacos, separar arroz do feijão, guardar pequenos objetos em potes...
E algumas dicas de atividades para estimular a consciência fonológica:
Converse muito com a criança, evite falar palavras erradas, leia histórias com ela, cante com ela, brinque com as rimas, façam jogos de adivinhação...
Aproveitem parte desse período dos pequenos em casa de forma divertida e significativa!!


TOD




Vocês já ouviram falar sobre TOD?

TOD é a sigla usada para descrever o Transtorno Opositor Desafiador.

O TOD é apresentado pelo DSM – V, Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais como um transtorno disruptivo, caracterizado por um padrão frequente de conduta negativa, desafiadora, hostil, interpessoal e excêntrica frente a figuras de autoridade. Podemos atentar para alguns comportamentos: descontrole emocional, dificuldades em seguir ordens, brigas recorrentes com colegas, professores e familiares, sentimentos de rancor e vingança, necessidade de culpar os outros pelos seus erros, irritabilidade constante...

Todos nós temos maus dias, mas quando esses comportamentos são recorrentes, necessitam de avaliação profissional.
O diagnóstico é o ponto de partida para uma intervenção precisa...
😉


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